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Mostrando postagens de Março, 2013

General brasileiro assume comando da missão de paz da ONU no Haiti

Terra Brasil
Agencia EFE

O general brasileiro Edson Leal Pujol tomou posse nesta quinta-feira como chefe do contingente militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) por um período de 12 meses.

Leal Pujol, de 58 anos, assumiu suas novas funções em cerimônia liderada pelo enviado especial das Nações Unidas e chefe da Minustah, Nigel Fisher.

Fisher declarou que a posse do general brasileiro é uma "importante" tradição militar que representa a transferência formal da autoridade e responsabilidade de um comandante-em-chefe a outro.

"Também é um símbolo de compromisso e continuidade do trabalho da missão e da consolidação da paz", acrescentou o diplomata canadense.

Fisher assegurou que Leal Pujol continuará o bom trabalho que realizou seu antecessor, o também general brasileiro Fernando Rodrigues Goulart.

Goulart disse, por sua parte, que apesar das dificuldades foi capaz de trabalhar com profissionalismo, ao mesmo tempo em que expressou s…

Brasil reduz presença no Haiti

AFP
De Yana MARULL (AFP) – 10/03/2013


Soldado brasileiro da Minustah cumprimenta menino haitiano em favela de Porto Príncipe
(AFP, Vanderlei Almeida)

PORTO PRÍNCIPE — O Brasil realiza neste mês uma redução de seu contingente militar no Haiti, quase uma década depois de desembarcar no país, em 2004, no comando da força militar da missão de paz da ONU.

A partir de 27 de março até junho o Brasil enviará 460 militares para casa, colocando fim ao segundo batalhão criado diante da emergência do terremoto de 2010, informou o comandante do contingente brasileiro, coronel Rogério Rozas.

A brasileira continuará sendo a força mais numerosa no Haiti e o corte é parte de uma redução progressiva de capacetes azuis, que teve seu número ampliado após o terremoto que em 2010 matou 220.000 mil pessoas e deixou outras 2,3 milhões desabrigadas. Japão e Coreia já deixaram o país, depois de terem participado dos trabalhos de reconstrução, e a Argentina está retirando 147 militares.

A Missão de Estabilização …

Ação para reestruturar saúde no Haiti completa três anos

Portal da Saúde – Ministério da Saúde


Evento celebra o aniversário da ação que vai aplicar US$ 60 milhões na melhoria dos serviços de saúde e de vigilância no país
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou nesta quarta-feira (27) de evento em comemoração aos três anos da Cooperação Tripartite Brasil-Cuba-Haiti. A estratégia é responsável por reestruturar o sistema de saúde haitiano, abalado por terremoto em 2010 e é a maior cooperação internacional desenvolvida pelo Brasil na área da saúde. O auxílio brasileiro ao Haiti utiliza recursos no valor de US$ 60 milhões até 2014 para operações de assistência especial no exterior e assistência humanitária ao Haiti. O país recebe ações voltadas para as áreas de Atenção à Saúde, Vigilância Epidemiológica e formação de recursos humanos. O ministro recepcionou a vice-ministra de Saúde de Cuba, Márcia Cobas, a ministra de Saúde do Haiti, Florence Guillaume, orepresentante residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD),…

Por Um Novo Haiti 2013 - Vídeo Promocional

Vídeo da Família Missionária Por Um Novo Haiti, da Junta de Missões Mundiais, compartilhando sobre o Campo Missionário, o Projeto e os Desafios para 2013.

Oportunidade para você se conectar ao que Deus está fazendo Por Um Novo Haiti!


A força do Haiti

Diário do Nordeste



Livro organizado pela jornalista Adriana Santiago mostra um país para além da pobreza e das tragédias naturais
O material, fruto de um projeto da Adital, é ricamente ilustrado com imagens que mostram um povo de cultura rica e forte instinto de sobrevivência: exemplo de união e determinação diante de enormes dificuldades fotos: reprodução

A cultura é a verdadeira força para a reconstrução nacional do Haiti. A constatação é do padre Ermanno Allegri, diretor da Agência de Informação Frei Tito para a América Latina (Adital), que confessa ter ficado chocado ao visitar pela primeira vez o país, um dos primeiros das Américas a se tornar independente, no início do século XIX, mas que tenta até hoje se livrar do jugo de colonizadores, a exemplo das forças de Napoleão Bonaparte, vencidas em 1804, data da independência. No entanto, a luta não terminou com os franceses. Ao longo dos anos, vieram se juntar outros "donos" da ilha Hispaniola, cujo povo assistiu à dizimaç…

Haiti: pais deixam filhos em orfanato para que possam ter o que comer

Terra Brasil



Em meio à extrema miséria, muitos pais haitianos tomam uma difícil decisão: deixar seus filhos em um orfanato, para que tenham o que comer e acesso à educação, em um país já marcado pela miséria antes mesmo do violento terremoto há três anos.

Este foi o caso dos pais de Berzelais, que deixaram o filho há seis anos no orfanato Rose-Mina de Diegue, na capital do Haiti, que hoje acolhe 96 menores e é um dos poucos que tem condições de dar alimento diário e educação regular a seus internos.

Barzelais tem agora 18 anos e não pretende se desligar da instituição.

Come e vai para a escola, um luxo para muitos em seu país. Também ajuda a cuidar das crianças do orfanato, explica à AFP este jovem que perdeu uma das pernas em um acidente quando criança e que, segundo os funcionários do local, é muito bom com equipamentos eletrônicos.

Esta é uma história que se repete no orfanato comandado por Osvaldo e Rolande Celestin Fernandes. Ele um militar argentino que há mais de uma década dei…

Uma frágil paz no Haiti

Terra Brasil



Dois blindados da Marinha brasileira avançam durante a noite pelas tortuosas e escuras ruas de Porto Príncipe com 14 fuzileiros fortemente armados; não há disparos e a aparente tranquilidade mostra a frágil paz vivida pelo Haiti quase uma década após a chegada da ONU, em 2004.

Os blindados Piranha abrem as portas e os soldados percorrem já sem o armamento pesado e à pé as ruas de uma favela e as passagens, como um labirinto, de um acampamento de desabrigados pelo terremoto de 2010, composto por centenas de barracas rudimentares construídas com pedaços de paus e sacos.

O silêncio de noite é interrompido pela tosse de um menino; o cheiro de fezes e de urina toma conta do local; uma moto aparece em uma esquina, um grupo de homens na outra, a patrulha os cumprimenta, comprova que não há nenhum problema, continua.

Patrulhas como esta são rotina em um país dividido em setores entre as tropas que integram os capacetes azuis da ONU, boa parte delas sul-americanas.

Assim como ocorr…

Le Nouvelliste - Labadie, un contraste choquant

Le Nouvelliste

Publié le :11 mars 2013
Hansy Mars hansymars@lenouvelliste.com

Entourée de montagnes magnifiques avec une végétation exotique, Labadie, le paradis privé de Royal Caribbean International, se trouve sur la côte nord d'Haïti. Cette destination haut de gamme combine plages vierges, paysage à couper le souffle et activités nautiques spectaculaires. Cependant, à quelques kilomètres de la plage, des milliers de personnes se démènent pour leur survie.Rodeada de montanhas magníficas com uma vegetação exótica, Labadie, o paraíso particular da Royal Caribbean International, está localizado na costa norte do Haiti. Esse destino de luxo combina praias virgens, paisagens deslumbrantes e atividades náuticas espetaculares. No entanto, a alguns kilômetros da praia, milhares de pessoas estão lutando por sua sobrevivência.
L'entrée du village Labadie
Hansy Mars

Le site balnéaire de Labadie est un domaine privé qui permet aux croisiéristes du monde entier de bénéficier d'une jou…

Falta de esperança reina em acampamentos no Haiti

EXAME.com
Vanderlei Almeida, da


Thony Belizaire/AFP

Destruição no Haiti: após o terremoto de 2010, o Haiti ainda viveu uma dramática epidemia de cólera e furacões devastadores.
Porto Príncipe - "Aqui temos todos os problemas do mundo", afirma Joceline Vilsen, com os braços cruzados, em frente a sua precária barraca, rodeada de escombros e lixo, resumindo o horror que significa viver em Jean-Marie Vincent, maior acampamento de desabrigados da capital do Haiti, que acolhe 26.000 pessoas, três anos após um terremoto.

Com o olhar perdido, responde que "não" à pergunta sobre se comeu hoje. "É difícil conseguir a comida diariamente; quando não temos o que comer, ficamos de braços cruzados", admite resignada, descalça junto a sua filha de um ano que brinca distraída em meio à poeira.

As cerca de 8.000 famílias que vivem no gigantesco acampamento chegaram aqui após o terremoto que no dia 12 de janeiro de 2010 acabou com a vida de mais de 220.000 pessoas e que dei…

A ajuda dos soldados brasileiros às crianças no Haiti

A ajuda que não ajuda o Haiti

EXAME.com

Três anos depois do terremoto que destruiu o Haiti, o mundo descobriu que os bilhões arrecadados pela indústria das ONGs fazem mais bem a elas mesmas do que aos pobres

Fabiane Stefano, de




São Paulo - Nos últimos 40 anos, os países ricos direcionaram nada menos que 5 trilhões de dólares em ajuda humanitária no mundo. Num primeiro momento, a caravana do bem foi festejada como a solução para a pobreza e os flagelos na África, na Ásia e na América Latina.

O tempo passou e as promessas de um mundo livre de miseráveis não se concretizaram — ainda hoje 1,3 bilhão de pessoas vivem com menos de 1,25 dólar por dia. E a ajuda humanitária internacional, que movimentou cerca de 136 bilhões de dólares em 2011, passou a ser vista cada vez com mais descrédito.

O exemplo mais recente de que boas intenções e muito dinheiro não são suficientes vem do Haiti. Três anos depois do terremoto que destruiu o país e com 9 bilhões de dólares gastos em ajuda humanitária, o Haiti continua a viver sob o c…