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Mostrando postagens de Janeiro, 2013

Pesquisa no Haiti indica melhorias em sáude e educação

Jornal do Brasil - Internacional
Rádio ONU

O Haiti marca, neste sábado, os três anos do terremoto que atingiu o país em 12 de janeiro de 2010. Segundo agências humanitárias, o tremor pode ter matado 280 mil pessoas incluindo 102 funcionários das Nações Unidas.

Uma pesquisa, realizada na ilha caribenha, mostra que nos últimos três anos, o Haiti registrou melhorias nas áreas da saúde, da educação e da nutrição.

Má nutrição

Segundo resultados iniciais do levantamento, apoiado pela ONU, 77% das crianças entre 6 e 11 anos frequentaram a escola no ano passado contra menos de 50% entre 2006 e 2007, data da última pesquisa. Boina azul da Minustah atende família haitiana

A Pesquisa Demográfica e de Saúde do Haiti, DHS, entrevistou mais de 13 mil lares e constatou que os índices de má nutrição aguda baixaram pela metade de 10% para 5%.

O impacto do terremoto sobre as crianças, nos últimos três anos, também foi controlado assim como o surto de cólera que ocorreu antes do tremor. A afirmação é do re…

Haiti falha em conduzir reconstrução pós tremor, diz embaixador do Brasil

G1 - notícias em Mundo

Ao G1, diplomata vê falta de estrutura para usar dinheiro de forma eficiente.
Presidente haitiano pediu a Dilma que evite 'grande retirada' de militares.

Tahiane StocheroDo G1, em São Paulo


Três anos após o terremoto que deixou 300 mil mortos e 1,5 milhão de desabrigados, o Haiti tem dificuldades de coordenar a reconstrução do país devido à fragilidade institucional. Em entrevista exclusiva ao G1, o embaixador brasileiro em Porto Príncipe, José Luiz Machado e Costa, afirma que grande parte dos recursos prometidos pela comunidade internacional na época do desastre acabou não sendo repassado porque, muitas vezes, os doadores alegam falta de transparência na aplicação do dinheiro.


"O governo tem dificuldade de coordenar de maneira eficiente a ajuda externa. Não há estrutura suficiente e o país não tem conseguido. O processo também foi prejudicado por desastres recentes, como furacões, chuvas e epidemias, que fizeram os recursos serem canalizados para o…

Artesãos prosperam no Haiti três anos após terremoto

Mundo - iG
AP | 12/01/2013 05:00:43
Por Martha Mendoza e Trenton Daniel
Indústria artesanal de país devastado por tremor de 2010 desfruta de impulso de grupos de defesa que ajudam a organizar os funcionários e melhorar a qualidade do trabalho

O cheiro de verniz invade o ar à medida que um grupo de mulheres e homens corta e prepara a madeira para produzir tigelas destinadas a lojas de departamentos dos EUA. Em outras oficinas haitianas, vasos com lantejoulas rosas, verdes e azuis aguardam ser comprados, assim como libélulas recortadas de tambores de aço reciclado.

Dois vendedores haitianos se abrigam do calor em prédio danificado pelo terremoto de 2010 no centro de Porto Príncipe (09/01)


Três anos depois de um terremoto devastador , ainda é preciso haver muita melhora econômica nesse pobre país caribenho, mas um pequeno nicho obteve um grande avanço: o artesanato.

A indústria artesanal desfruta de um impulso de grupos de defesa que ajudam a organizar os funcionários e melhorar a qualida…

Turismo: Todos os caminhos levam ao Haiti « Notícias do Haiti

Turismo - Notícias do Haiti

Primeiro país a abolir a escravidão nas Américas. Exemplo de luta. Para desmistificar a imagem negativa que constroem sobre ele, temos que conhecê-lo.

Pouco a pouco, as cidades vão recuperando a normalidade e os lugares que albergavam certa atividade social e cultural voltam a vibrar
Por Adrian R. Morales | Foto Claudia Veras | Edição 0011 da revista SDQ

Porto Príncipe

A capital haitiana não descansa, é um fervedouro de gente que vai de um lado para o outro, no estilo de outras capitais como Nova Deli ou Bangkok, mas com sabor de Caribe, com dias de sol forte e noites escuras com luzes tênues que provêm dos vendedores ambulantes. O sorriso de seus habitantes é contagioso, assim como a intensidade da vida cotidiana. A simples vista ressalta um peculiar e colorido modelo de transporte público, o tap tap, batizado assim pelo barulho de seu motor. A cidade supera um milhão de habitantes e se expande às alturas.

Outra atração popular é o Barbancourt Rum Distillery,…

No Haiti, 500 mil pessoas precisam de ajuda e mais de 81 mil sofrem de desnutrição, diz ONU

Agência Brasil


Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil


Brasília - A Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (cuja sigla em inglês é Minustah), da Organização das Nações Unidas (ONU), informou que mais de 500 mil pessoas no país necessitam de “ajuda imediata”. Segundo o cálculo, pelo menos 81,6 mil pessoas sofrem de desnutrição imediata, inclusive crianças. Após o terremoto de janeiro de 2010, a situação no país se agravou, segundo a ONU, com as tempestades Isaac e Sandy.

Pelas autoridades da ONU, a insegurança alimentar afeta 2,1 milhões de haitianos. Para a Minustah, é fundamental investir US$ 144 milhões no Haiti. Das 81,6 mil pessoas que sofrem de desnutrição, 20 mil estão em situação considerada aguda com risco de morte.

Atualmente 358 mil pessoas vivem em abrigos. A Minustah alertou sofre a frequência de surtos de cólera.

Para a ONU, o governo do Haiti não tem condições de resolver sozinho, sem ajuda externa, a precariedade das condições de vida no país.

*Com in…