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Presidente haitiano reivindica mais atenção na luta contra pobreza

EFE

O presidente do Haiti, Michel Martelly, reivindicou mais atenção na luta contra a pobreza durante os debates sobre desenvolvimento sustentável da Conferência da ONU Rio+20.
"Como falar em desenvolvimento sustentável sem falar das condições de sobrevivência da população e dos Estados que possuem sérias dificuldades?", indagou Martelly nesta quinta-feira em seu discurso na sessão plenária da Rio+20.

O governante haitiano assinalou que seu país, o mais pobre entre os países da América, está mais exposto às mudanças climáticas e as catástrofes naturais do que as nações industrializadas por conta da pobreza e da instabilidade política, além da "devastação" de suas florestas.

Martelly afirmou que o Haiti carece de recursos para enfrentar as catástrofes e alertou sobre o "risco" de não conseguir cumprir os Objetivos do Milênio da ONU.

O líder haitiano afirmou que as promessas de desenvolvimento traçadas na Cúpula da Terra em 1992 "não foram cumpridas" e, por isso, defendeu a elaboração de "medidas concretas e ambiciosas" para "vencer os desafios da pobreza e das mudanças ambientais".

Sobre a Rio+20
Vinte anos após a Eco92, o Rio de Janeiro volta a receber governantes e sociedade civil de diversos países para discutir planos e ações para o futuro do planeta. A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorre até o dia 22 na cidade, deverá contribuir para a definição de uma agenda comum sobre o meio ambiente nas próximas décadas, com foco principal na economia verde e na erradicação da pobreza.

Depois do período em que representantes de mais de 100 países discutiram detalhes do documento final da Conferência, o evento ingressou quarta-feira na etapa definitiva e mais importante. Até amanhã, ocorre no Riocentro o Segmento de Alto Nível da Rio+20, com a presença de diversos chefes de Estado e de governo de países-membros das Nações Unidas.

Apesar dos esforços do secretário-geral da ONU Ban Ki-moon, vários líderes mundiais não vieram ao Brasil, como o presidente americano Barack Obama, a chanceler alemã Angela Merkel e o primeiro ministro britânico David Cameron. Além disso, houve impasse em relação ao texto do documento definitivo, que segue sofrendo críticas dos representantes mundiais. Ainda assim, o governo brasileiro aposta em uma agenda fortalecida após o encontro.

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