Pular para o conteúdo principal

Pequenos dão grande exemplo

JMM - Missões Mundiais
Por Marcia Pinheiro 26 de abril de 2012

As crianças da classe Leão de Judá, da Escola Bíblica Dominical da Igreja Batista Missionária Emanuel, emManaus/AM, são um grande exemplo de que todos podemos fazer Missões orando, contribuindo ou seguindo ao campo missionário.

Segundo a professora da classe, Andressa Sarmento, quando a igreja assumiu no início do ano que cada classe adotaria um missionário ou projeto de Missões Mundiais, seu sonho havia se tornado realidade.

Antes, a professora já havia encorajado seus alunos a orarem pela Escola Estrela Brilhante, no Senegal, coordenada pela missionária Maria Ivonete.

Este ano, a classe passou a adotar o projeto PEPE Haiti, que em janeiro abriu suas duas primeiras unidades neste que é o país mais pobre das Américas. A professora, que também é coordenadora estadual e conselheira das Mensageiras do Rei em sua igreja, buscou dados sobre o projeto com Missões Mundiais e repassou as informações para a classe.

Durante a pesquisa, a professora conheceu as dificuldades do povo haitiano e suas necessidades espirituais, principalmente das crianças.

“Foi naquele momento que Deus falou ao meu coração e tive a certeza de que era sobre o PEPE Haiti que eu deveria falar no momento missionário com as crianças da EBD”, disse a professora Andressa.

Durante todo o mês de Campanha, ela incentivou seus alunos a orarem e contribuirem com Missões. Ela acredita que as crianças, ainda que não possam ir a um lugar distante, podem fazer missões na sua casa, na sua escola, na sua rua...

“Os professores de classes infantis de EBD precisam transmitir a visão missionária para nossas crianças de uma forma que as ensinem a amar e fazer Missões”, considera a professora.

Andressa louva e agradece a Deus porque sua classe ultrapassou o alvo financeiro da Campanha 2012 de Missões Mundiais, "Eles precisam de Cristo, a paz que liberta", e adotou o PEPE Haiti através do Programa de Adoção Missionária (PAM).

“No encerramento da campanha de Missões Mundiais em nossa igreja, a classe Leão de Judá foi convidada a testemunhar da adoção que fez. Isso incentivou as demais classes a fazerem o mesmo. E o que é mais legal é que nossa igreja ultrapassou o seu próprio alvo”, revela.

Algumas crianças decidiram compartilhar seu amor por Missões

Anna Katarina Granjeiro, 11 anos: “Meu sonho é ser missionária, porque eu gosto de ofertar e amo a Palavra de Deus. Estou aprendendo muito sobre o que é Missões e a importância de orar e contribuir. Fico muito feliz por ajudar na construção de um novo PEPE no Haiti e estarei orando para que Deus abençoe esse projeto e a todos de Missões Mundiais.”

Larissa Lima Sarmento, 10 anos: “Tenho aprendido a amar missões e quando crescer quero ser missionária pra falar de Jesus às crianças. Para alcançar meu alvo para Missões, vendi bombons na escola. Eu gosto de contibuir e quero ajudar a construir mais 20 PEPEs e ajudar os missionários de todo o mundo. Missões pra mim é obedecer a ordem de Jesus, que é falar Dele às pessoas que não O conhecem. E tenho aprendido isso desde pequenininha com meus pais.”

Karen Almeida Fontenelle, 8 anos: “Eu e minha igreja estamos orando todos os dias por Missões Mundiais. Fomos desafiados a orar todos os dias pela coordenadora do PEPE Haiti. Recebemos uma bandeirinha com sua foto e os motivos de oração. Quando cheguei em casa, grudei a bandeirinha bem na minha cama pra não me esquecer de orar. Tenho aprendido a importância de falar de Jesus para as pessoas e a amar Missões.”

Postagens mais visitadas deste blog

As Bolachas de Barro existem mesmo no Haiti ?

Logo que comecei a pesquisar e ler sobre o Haiti, depois de janeiro 2008, sempre ouvi falar (e ler) sobre as tais Bolachas de Barro que os haitianos comiam por causa da miséria e não terem nada mais para comer. Quando aqui pisei pela primeira vez, em julho de 2009, junto com Verônica, essa era uma das "coisas" que a gente planejou ver, mas, mesmo indo a umas oito comunidades diferentes, da Capital e no Interior, passado um dia inteiro com amigos militares dentro das Instalações do BRABAT, e ainda pernoitado na casa de amigos haitianos antes de retornarmos ao Brasil via República Dominicana, não nos deparamos com ninguém que as comesse ou mesmo vendesse.

Nas duas experiências seguintes (outubro 2010 e janeiro 2012) também não encontramos nenhum vestígio dos tais "biscoitos de barro haitianos". Mas, enfim, em 2014, durante um programa sócio-missionário desenvolvido em parceria com a 2ª Companhia de Força de Paz do BRABAT, em Cité Soleil que durou 5 dias, ao visitarmo…

Moringa e Chocolate "Made in Haiti" chegam ao Mercado Norte-americano

Porto Príncipe, 25 de fevereiro de 2016.
Por Haiti Libre

Dois novos produtos haitianos estreiaram no mercado Norte-americano no começo de fevereiro através da Rede "Whole Foods Market", em escala nacional: a "Moringa Green Energy", das Indústrias Kuli Kuli, e as barras de chocolate "Taza Chocolate". Os ingredientes destes dois produtos são comprados diretamente de pequenos produtores agrícolas do Haiti. Este acesso direto ao Mercado, combina ajuda aos agricultores melhorando e desenvolvendo suas capacidades, o que significa um aumento da renda, e beneficiamento dos consumidores nos Estados Unidos de produtos de alta qualidade.
No caso da Moringa, a pioneira é a Organização sem fins lucrativos "Smallholder Farmers Alliance (SFA)", com o apoio da Fundação Clinton. E para os grãos de cacau utilizados na fabricação das barros de chocolate, é a Companhia "Produits des Iles S.A (PISA)".
"Nós ajudamos a conectar os agricultores haitianos di…

Brasil deixará Haiti em 2016: 'Serei o último a partir', diz general

Luis Kawaguti Da BBC Brasil em São Paulo
23 outubro 2015



"Em outubro de 2016, as últimas tropas da ONU vão partir do Haiti. Vou ficar para o último avião e encerrar a missão militar", afirma à BBC Brasil o general brasileiro Ajax Porto Pinheiro, que assumiu há cerca de dez dias o cargo de comandante-geral das forças da ONU no país caribenho e coordenará no próximo domingo a segurança das eleições presidenciais haitianas.

O Conselho de Segurança da ONU determinou neste mês que a Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti) termine no dia 15 de outubro de 2016, ocasião em que a comunidade internacional espera que um novo presidente haitiano já esteja exercendo seu mandato.

O Brasil comanda o setor militar da missão desde seu início em 2004. Até agora, o governo brasileiro previa que seus 850 militares começassem a voltar para casa em algum momento no ano que vem. Mas uma data oficial não havia sido estabelecida.

Até outubro de 2016, a missão será mantida com o …