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Alstom assina dois contratos para hidrelétricas no Haiti e no Equador

Monitor Mercantil

A Alstom fechou dois contratos na América Latina, no valor total de quase 60 milhões de euros para a reforma de uma usina hidrelétrica no Haiti e o desenvolvimento de uma nova planta no Equador. No Haiti, o contrato de 35 milhões de euros foi assinado com a fornecedora federal de eletricidade EDH e inclui uma revisão geral das três unidades (18MW cada) da usina hidrelétrica de Péligre, com uma produção de 54 MW.

Péligre atualmente opera a menos de um terço de sua capacidade total, com duas unidades fora de serviço e uma em operação parcial. Após a reforma, as unidades terão maior eficiência e confiabilidade, e estarão adaptadas às instabilidades da rede elétrica do Haiti.

A Alstom realizará a restauração total dos equipamentos eletromecânicos e hidromecânicos da usina, incluindo um novo design hidráulico para cada turbina com uma revisão das peças embutidas atuais, novos sistemas de resfriamento e drenagem, e recondicionamento das comportas da represa. Um novo sistema Smartcontrol SX irá garantir a automação da usina. O projeto inclui balanceamento de planta e algumas obras civis. A estimativa é de que ele tenha início dentro de um mês, e a última unidade modernizada deverá entrar em operação em 2015.

Localizada no Rio Artibonite, a 70 quilômetros da capital Port-au-Prince, Péligre é a principal fonte de eletricidade do país, fornecendo irrigação e proteção contra enchentes para a agricultura local. Por essa razão, a reabilitação será realizada sem a drenagem do reservatório.

- A energia é uma necessidade essencial para reconstruir o país e melhorar as condições de vida. A Alstom tem orgulho de trabalhar em parceria com a EDH em um projeto com tantas implicações positivas para a população e a indústria do Haiti - comentou Jérôme Pécresse, Presidente mundial do setor Renewable Power da Alstom.

No Equador, a Alstom, como parte de um consórcio, irá fornecer 2 turbinas Kaplan de 30 MW cada, geradores e o sistema de controle para a usina Manduriacu, no Rio Guayllabamba. A participação da Alstom é de cerca de 25 milhões de euros. O consórcio também será responsável por equipamentos hidromecânicos e balanceamento de planta.

A operação comercial da primeira unidade começará no fim de 2014. A usina terá duas unidades e os equipamentos serão produzidos em Taubaté, uma das maiores unidades da

Alstom Hydro no mundo.

O market share da Alstom na área de produção de energia no Equador é de cerca de 20%. A empresa já fabricou equipamentos para outros importantes projetos hidrelétricos no país, como Molino (1075 MW), Pucara (70 MW), San Francisco (240 MW), Mazar (2 x 85 MW) e Ocana (2 x 13 MW - a ser comissionado). As principais referências da Alstom no país são Esmeraldas (130 MW) e Trinitaria (130 MW), usinas de energia movidas a óleo.

- A América Latina representa um grande oportunidade de crescimento. A Alstom está investindo na região para garantir mais negócios e, assim, contribuir para o desenvolvimento da infra-estrutura -, afirmou Marcos Costa, vice-presidente dos setores Renewable Power e Thermal Power da Alstom na América Latina.

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