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Mostrando postagens de Janeiro, 2012

Cristianismo cresce e substitui prática “vodu” no Haiti após 2 anos do terremoto

O Diário.com
Dois anos depois de um terremoto devastador matou um número estimado de 300.000 pessoas no Haiti, o cristianismo vem rapidamente substituindo “Vodu” na vida e práticas do povo haitiano, revela missionária.-Clique, leia, ORE e comente…




De acordo com a Central Intelligence Agency Factbook Mundial, há uma fusão de crenças no Haiti – 80 por cento das pessoas professam o catolicismo, outros 16 por cento são protestantes e cerca de metade da população ainda pratica o vodu.

No entanto, não é segredo que o cristianismo tem se expandido como uma religião no Haiti – e uma série de missionários cristãos e organizações de caridade que voou para a nação caribenha para ajudar os milhões de necessitados e desesperados também contribuíram para um movimento de conversão de grande porte.
Um desses grupos, a Fundação Haiti of Hope , uma organização cristã que atende as necessidades físicas, emocionais e espirituais das pessoas nas comunidades rurais empobrecidas do norte do Haiti, construiu …

Pastoral Missionária: Muitos dizem! Poucos, porém, decidem!

Pr. André Souto Bahia
Missionário no Haiti

De volta ao Brasil, depois de quinze dias intensos e gratificantes servindo junto com outros 25 brasileiros e uma chilena em oito comunidades haitianas, uma frase que ouvi do nosso missionário autóctone, Pr. Jonathan Joseph, me acompanhou desde a saída de Porto Príncipe (capital do Haiti) até agora. Era noite, e o grupo já havia jantado. Eu, porém, em virtude de algumas questões administrativas precisei demorar um pouco mais que os demais para desfrutar da deliciosa comida haitiana, preparada pela equipe de cozinha da Conexão Batista Haitiana que nos hospedou naqueles dias. À mesa estava o casal que coordena a Conexão, Pr. Jonathan e sua esposa, Madame Alexandra Joseph. Ao me sentar, o pastor e a madame sorriam e cantarolavam em português: “Eis-me aqui! Envia-me a mim!”. Foi aí que o Pr. Jonathan me falou: “Pr. André: muitos dizem ‘eis-me aqui’, porém, poucos decidem ‘envia-me a mim’”. No momento sorri e respondi sem muito pensar: “É verdade”!

Haiti deve sofrer com mais terremotos, dizem cientistas norte-americanos

Cientistas nos Estados Unidos informaram nesta quinta-feira (26) que o Haiti deve se preparar para mais terremotos, como o que devastou o país há dois anos. A conclusão está no Boletim da Sociedade Sismológica da América. De acordo com as análises, o terremoto de 12 de janeiro de 2010 marca o início de um novo ciclo de fortes tremores na região.

Segundo os pesquisadores, registros históricos mostram que a Ilha de Hispaniola - que é dividida entre o Haiti e a República Dominicana – vive períodos de grandes terremotos e fases duradouras de calmaria.

No terremoto de janeiro de 2010, cerca de 220 mil pessoas morreram no Haiti. O país ficou destruído e até hoje as consequências estão presentes no cotidiano dos haitianos. O governo do presidente Michel Martelly apela à comunidade internacional para manter o apoio financeiro à região. Do contrário, dizem os haitianos, é impossível reconstruir o país.

A presidente Dilma Rousseff viajará para o Haiti no próximo dia 1º. No que depender do Brasil, …

O Haiti é aqui?

Jornal do Brasil

Maria Clara Bingemer (*) 
Poucos povos no mundo suscitam tanta compaixão como os haitianos. País golpeado por toda sorte de catástrofes, aliado a uma extrema pobreza, a meia ilha francófona do Caribe tem sofrido indescritivelmente. Em 2010, toda essa série de desgraças e infortúnios foi sinistramente coroada com o terrível terremoto que ceifou tantas vidas. Entre elas estava a da brasileira ilustre doutora Zilda Arns.


O Haiti não conseguiu ainda levantar a cabeça depois do terremoto. Desde a catástrofe que arrasou o país e matou mais de 220 mil pessoas, em janeiro de 2010, chegaram vários milhares de haitianos ao Brasil. Falta tudo em seu território, e os filhos da terra, em desespero, buscam vida mais humana em outras paragens. Em seu intento de escapar da morte perene em que se transformaram suas vidas, muitos deles e delas aportam no Brasil.

Estima-se em cerca de 8 mil o número de haitianos que já cruzaram a fronteira brasileira através de cidades fronteiriças. Pa…

Caravana Haiti 2012 - Boletim de Oração Nr 5

Brasil discutirá imigração com autoridades haitianas

Reuters

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 18:31 BRST

RIO DE JANEIRO, 25 Jan (Reuters) - A entrada maciça de haitianos no norte do Brasil será um dos temas da viagem da presidente Dilma Rousseff ao Haiti, na semana que vem, disse nesta quarta-feira o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota.

O Haiti, país mais pobre das Américas, ainda se recupera dos efeitos do devastador terremoto de janeiro de 2010, que destruiu a capital Porto Príncipe e paralisou a economia local, elevando o desemprego e a pobreza, fator principal para a saída de haitianos.

"Isso aí, sim, é um tema da visita", disse Patriota a jornalistas.

O governo brasileiro regularizou a situação dos cerca de 4 mil haitianos que atravessaram ilegalmente a fronteira brasileira com a Bolívia e o Peru, no final de 2011 e início deste ano.

Para coibir a imigração ilegal, a embaixada brasileira passou a emitir 100 vistos condicionados por mês a haitianos interessados em residir no Brasil.

"Acho que o tema…

Haitianos só poderão imigrar para o Brasil com visto de trabalho especial

Jornal Nacional

O Conselho Nacional de Imigração aprovou uma resolução que prevê a emissão limitada de vistos de trabalho de até cinco anos para os haitianos interessados em viver no país. Serão até 1,2 mil por ano, ou 100 por mês.




O objetivo, segundo o governo, é regularizar a situação dos imigrantes haitianos que têm entrado no país pelo Acre e pelo Amazonas. O Ministério da Justiça estima que, só em 2011, foram 4 mil haitianos.

Esta semana, o Jornal Nacional mostrou que eles vivem em condições precárias enquanto aguardam a regularização.

A partir de agora, os haitianos só poderão imigrar para o Brasil depois de tirar um visto de trabalho especial, que vale por cinco anos, emitido pela embaixada brasileira em Porto Príncipe. Serão até 1,2 mil por ano, ou 100 por mês.

“Esse é um número que nos parece razoável. Em 2011, concedemos 380 vistos com base na legislação aplicável atualmente, vistos de turista, vistos de trabalho com contrato, ou vistos de permanência para trabalho temporári…

Presidente haitiano declara dia de luto nacional em lembrança ao terremoto

Opera Mundi

Na ocasião, mais de 300 mil pessoas morreram e mais de um milhão tiveram as residências destruídas

O presidente do Haiti, Michell Martelly, declarou luto nesta quinta-feira (12/01) por conta do aniversário de dois anos do terremoto de 7 graus de magnitude na Escala Richter, que devastou o país em janeiro de 2010.

Na ocasião, mais de 300 mil pessoas morreram e mais de um milhão tiveram as residências destruídas. A tragédia agravou ainda mais a situação do país mais pobre das Américas.

Martelly determinou também que as bandeiras sejam hasteadas a meio mastro e proibiu a abertura de discotecas e lugares públicos.

O presidente já havia prometido na última segunda-feira (09/01) que o Haiti deveria passar de um país de “miséria” para uma nação “dinâmica e próspera”. Para isso, de acordo com o chefe de Estado, será necessário investir massivamente no campo e distribuir os recursos por todo o país.

Com 95% da população sem emprego, comércio de rua vira única saída no Haiti

Opera Mundi

Aldo Jofre Osorio

Aparelhos de TV, galinhas, remédios, celulares... De tudo um pouco é vendido nas ruas do Haiti

Senhoras negras arregaçam suas longas saias na altura dos joelhos. Sentadas no chão ou em pequenos caixotes nas calçadas de Porto Príncipe, passam o dia entre sacos cheios de grãos e cestos de palhas com frutas, legumes, peixe salgado, celulares, livros e até tabletes de remédio, sem caixa ou bula. Algumas caminham quilômetros com bacias equilibradas na cabeça até chegar ao ponto de venda.

Leia o especial completo do Opera Mundi:
Dois anos depois, haitianos enfrentam violência e falta de higiene nos campos de desabrigados

Tanto nas regiões mais miseráveis, como em Pétion-Ville, bairro abastado da capital haitiana, cada grade ou muro são aproveitados para pendurar as roupas, carregadores de celular e outros objetos à venda. Poucas transações comerciais são feita em lojas, cujas entradas geralmente são bloqueadas pela presença de vendedores ambulantes que ocupam cad…

ONU inocenta soldados brasileiros no Haiti - Yahoo!

Yahoo!

Por Marcelle Ribeiro (marcelle@sp.oglobo.com.br) | Agência O Globo

SÃO PAULO - Uma investigação das Nações Unidas concluiu que os oito soldados brasileiros acusados de espancar três haitianos em dezembro passado são inocentes.

Segundo o comandante das tropas de Paz da ONU no Haiti, general Luiz Eduardo Ramos, o rastreamento dos sinais de celular e GPS prova que os militares não estavam no local do crime. Além disso, o carro com a placa que as supostas vítimas afirmam que teria sido usado pelos brasileiros estava estacionado no quartel.

- Fizemos uma reconstituição. A testemunha alega que viu a agressão de um ponto. Mas, de lá, não se consegue ver onde ela teria ocorrido - afirma o general.

Segundo Ramos, apesar de o relatório apontar a inocência dos soldados, uma equipe do Exército vai ao Haiti para avaliar as investigações e reconfirmar o resultado.

A ONG Rede Nacional de Defesa de Direitos Humanos (RNDDH) denunciou os soldados brasileiros por supostamente espancar três jovens …
AFP - 10/01/2012

As promessas de uma reconstrução total do Haiti parecem, para muitos, um sonho distante. Dois anos depois do fatídico terremoto que destruiu grande parte de Porto Príncipe, a instabilidade política e a desorganização são apontadas como as principais causas do atraso nas obras. Meio milhão de pessoas continuam vivendo em acampamentos improvisados espalhados por toda a capital haitiana.


Decisão do governo de fechar fronteiras divide especialistas

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Por Flávio Freire (flavio@sp.oglobo.com.br) | Agência O Globo

SÃO PAULO - A decisão do governo de fechar as fronteiras para os haitianos, permitindo a entrada deles somente com o visto obtido na embaixada brasileira em Porto Príncipe, divide a opinião de especialistas em direito internacional. Se, por um lado, a iniciativa reforça a soberania brasileira sobre o seu território, por outro, avaliam, coloca em xeque as políticas adotadas nos últimos anos em relação aos direitos humanos.

- Fechar as fronteiras está dentro do rol de competência soberana de um país, mas essa é uma decisão moralmente acertada? Não, não é. Ela é chocante e vai de encontro à política externa do Brasil, que é baseada em princípios humanitários e nos direitos humanos - afirma Maristela Basso, advogada especialista em Direito Internacional.

Após reunião com um grupo de ministros nesta terça-feira, a presidente Dilma Rousseff decidiu regularizar a situação dos cerca de 4 mil haitianos que já estão no país e,…

Dois anos após terremoto, 520 mil pessoas continuam sem lar no Haiti

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Genebra, 10 jan (EFE).- Dois anos depois do devastador terremoto que arrasou o Haiti, 520 mil pessoas ainda vivem em abrigos de emergência no país, 4,5 milhões sofrem com a escassez de alimentos e 60% da população está desempregada.

A denúncia foi feita pelas agências humanitárias das Nações Unidas, que pediram que a comunidade internacional doe para a nação caribenha US$ 231 milhões.

Antes do terremoto, o Haiti era o país mais pobre do continente americano. Setenta e cinco por centro da população vivia com menos de US$ 2 por dia, 70% não tinha emprego fixo, 47% dos habitantes não tinham acesso a atendimento médico e apenas 5% das estradas estavam em bom estado de conservação, segundo relatório da Onu.

Os tremores de terra arrasaram mais ainda o país e mostraram que não bastava apenas construir mais casas, e sim edificar uma nova estrutura institucional que respondesse às necessidades da população.

Dois anos depois, apesar do esforço e dos enormes recursos investidos no Haiti, …

Acre sofre com invasão de imigrantes do Haiti

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Por Cleide Carvalho (cleide.carvalho@sp.oglobo.com.br) | Agência O Globo

SÃO PAULO - Nos últimos três dias de 2011, uma leva de 500 haitianos entrou ilegalmente no Brasil pelo Acre, elevando para 1.400 a quantidade de imigrantes daquele país no município de Brasileia (AC). Segundo o secretário-adjunto de Justiça e Direitos Humanos do Acre, José Henrique Corinto, os haitianos ocuparam a praça da cidade. A Defesa Civil do estado enviou galões de água potável e alimentos, mas ainda não providenciou abrigo.

Corinto irá hoje ao município para discutir medidas de emergência no atendimento aos haitianos. Outra equipe estará em Assis Brasil (AC), fronteira com a Bolívia, para saber se há mais haitianos chegando.

A chegada em massa de imigrantes nos últimos dias ocorreu depois de boatos de que o governo brasileiro passaria a expulsar haitianos a partir do dia 31 de dezembro. Os rumores começaram depois de reunião do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), ocorrida em 16 de dezembro.…

Comissão haitiana recomenda restauração do Exército

02 de janeiro de 2012 • 06h47 • atualizado às 07h34

Uma comissão presidencial do Haiti apoiou a ideia da restauração do Exército, que foi eliminado nos anos 1990 após várias décadas de golpes de Estado e interferência política, anunciou o presidente Michel Martelly.

"A comissão recomendou a criação de um novo Exército, que atuará em casos de desastres naturais e trabalhará para assegurar a integridade territorial", declarou Martelly no domingo, quando o Haiti celebrou o feriado da independência. A recomendação será enviada para outras áreas do governo para revisão.

O então presidente haitiano Jean-Bertrand Aristide dissolveu o Exército em 1994. O Haiti depende desde 2004 de uma força de estabilização das Nações Unidas (Minustah), responsável por desarmar e dissolver milícias.

Militar brasileiro morre em acidente na força de paz no Haiti | Brasil/Mundo

Correio do Estado

Soldado de 22 anos caiu de jipe do Exército e bateu a cabeça, diz coronel. Jovem era de São Paulo e integrava tropas da ONU desde setembro.

G1 31/12/2011 23h00

Um militar brasileiro que integrava a Missão da ONU para Estabilização do Haiti (Minustah) morreu no final da tarde de sábado (30) em um acidente de carro quando deixava a base do Batalhão 2 do Brasil, localizado na capital do Haiti, Porto Príncipe.

Segundo o tenente-coronel Sérgio Lamelas, relações-públicas do batalhão, o soldado Diego Mendes dos Santos, de 22 anos, fazia a segurança de um jipe militar que deixava a base quando teria se desequilibrado e caído do veículo de uma altura de cerca de 1,5 metro, batendo a cabeça no chão.

Apenas um intérprete haitiano o acompanhava naquele momento, pois ele estava na parte de trás do jipe. Ele não estava usando capacete balístico, diz o oficial, mas portava um fuzil.

“O soldado foi levado para o Hospital Militar da Argentina que integra a missão da ONU, onde foi soc…

O Haiti segundo uma pernambucana

Jornal do Commercio

Em Caro Haiti, a jornalista Jullimária Dutra conta o que viu em dez dias no país caribenho

Publicado em 31/12/2011, às 16h13
Renato Mota
Especial para o JC

Jullimária Dutra com hatianos em Porto Príncipe
Arquivo pessoal

A vida no Haiti nunca foi fácil. A interferência internacional é uma constante. Bloqueios econômicos, deposições de presidentes, Estados Unidos e até Organização das Nações Unidas. Este último chegou para impor a paz num cenário de guerra civil, com o país tomado por milícias e gangues, principalmente em Cité Soleil, a maior favela das américas. Além do caos social, político e econômico, o país foi arrasado pelo terremoto ocorrido em janeiro de 2010, que deixou um saldo de mais de 300 mil mortos e 1,5 milhão de desabrigados. Cerca de 80% das construções de Porto Príncipe, capital do Haiti, foram destruídas. Se já era ruim antes, ficou muito pior depois.

Em busca das histórias dos haitianos antes, durante e após a tragédia, e suas relações com as tropas …

Presidente haitiano Michel Martelly dissolve órgão eleitoral

Voz da Rússia

31.12.2011, 12:00


Foto: EPA

O presidente do Haiti, Michel Martelly, dissolveu nesta sexta-feira o Conselho Eleitoral do país, de olho nas eleições legislativas e regionais do próximo ano.

O conselheiro presidencial Damian Merlo informou que a dissolução do órgão ocorreu por meio de um decreto que irá permitir a Martelly iniciar o processo de nomeação de um novo conselho, encarregado de estabelecer as datas das eleições do ano que vem.