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ONG médica critica atuação do governo na reconstrução do Haiti

Quase um ano após terremoto, Médicos Sem Fronteiras não veem melhoras no país
Paula Resende, do R7
Thony Belizaire/09.01.2011/AFPThony Belizaire/09.01.2011/AFPHaitiano caminha entre as ruínas da catedral em Porto Príncipe, quase um após após terremoto que destruiu o país

Às vésperas do primeiro aniversário do terremoto no Haiti, a resposta à pior tragédia natural dos últimos 200 anos ainda está reduzida a soluções de curto prazo, sem um plano consistente de reconstrução nem o comprometimento do governo local. A análise é da organização humanitária Médico Sem Fronteiras (MSF), que anunciou nesta segunda-feira (10) a continuidade da maior mobilização da história da ONG por mais um ano – sem previsão de saída.

Em uma teleconferência com jornalistas desde o Haiti, o coordenador das atividades do MSF no país, o italiano Stefano Zannini, disse que a situação global no país não melhorou, apesar da ajuda humanitária e financeira sem precedentes.

- Um ano depois do terremoto, era hora das agências humanitárias saírem de cena, ficar em segundo plano e partirem para outros desastres. Mas a realidade é que os haitianos ainda estão fortemente dependentes dos serviços médicos do MSF.

Para exemplificar a carência e falta de liderança no país, Zannini lembrou que, em um ano, nenhum hospital foi construído pelo governo. Enquanto isso, só o MSF abriu cinco novos hospitais e financiou a reforma de outras duas estruturas do Ministério da Saúde, que já existiam em Porto Príncipe.

Do dia do terremoto, em 12 de janeiro de 2010, ao final de outubro do mesmo ano, a organização tratou mais de 358 mil pacientes.

- É incrível perceber a quantidade de pacientes ainda estamos atendendo. Gostaria de ver os haitianos na linha de frente na reconstrução, e nós em segundo plano para ajudá-los. Infelizmente, isso ainda não acontece.

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